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dois morros
Quinze painéis onde as imagens das crianças das Ruches encontram as das crianças da T.L., no alto da Rocinha.
“Les Ruches é acolhedor. No bairro todo mundo se conhece.” O texto delas e deles diz o que amam, suas casas, as árvores “porque servem para respirar”, descer para se encontrar, e o que gostariam de ter: um campo de futebol, brinquedos, uma piscina, até um trampolim. Um poema conta o silêncio dos prédios que desaparecem um a um, depois as crianças que voltam da escola ou da praia, e Les Ruches que voltam à vida.
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sans nom
São as flores que nascem lá. A gente não sabe o nome delas.
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a maior favela da america latina
A Rocinha é uma favela. É uma comunidade feita de pessoas e animais diferentes. As pessoas acham que a Rocinha é perigosa, mas a Rocinha é um lugar tranquilo.
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alima de mim, so deus
Eu gosto de comer acerola. Eu sou muito feliz assim. Como as outras pessoas da favela da Rocinha.
jogador
O JG é jogador. O Biel é jogador. Nós é cria da Rocinha.
As crianças da T.L. comendo e dividindo acerolas.
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dz
No bairro, uma bola e a Argélia. Sempre.
É a minha irmã, ela é muito fofa!
“Eu queria que não houvesse mais lixo, que arrumassem um campo para a gente, que colocassem brinquedos no jardim.” “Eu queria que tirassem os patinetes elétricos, a sujeira e as moscas.” “Eu sonho que todo mundo fique negro para não ter mais racismo.” “Eu sonho com um parque, uma piscina e um escorregador.”
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Samira em conexão com a Peachy, a cachorra do bairro.
ici
Há oito anos a gente se mudou para Les Ruches, mas eu não lembro. Era pequeno demais.
Yliès e Fayze.
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banho dos crias na paula brito
Kauã Davi e seu fiel tomam um banho no chuveirão da Paula Brito em um dia calorento de verão.
allanzinho, atleta na rua
Allan é um menino muito inteligente e persistente, cria da Rocinha. O sonho dele é ser um grande skatista. Naquele dia, ele tentava descer uma ladeira bem íngreme na Rua 4 e, depois de muitas tentativas, conseguiu.
kurumins, o futuro da rocinha
Crianças brincando em uma laje na Dionéia, no inverno. Em tupi, « kurumin » ou « kurumí » significa « menino » ou « criança ». A autora acredita que o futuro começa com o respeito e ensinamento dos mais antigos às crianças.
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dedos
realidade da favela
Gostamos de futebol porque é emocionante. É bem divertido pra nós e tamos felizes jogando. Temos esperança de ser jogador. Na favela tem muitas crianças que jogam bola e que querem ser jogador. Isso é a realidade da favela, jogando descalço.
A Rocinha vista da Macega.
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