mon oeil sur terre/documentário, artes visuais e plásticas/cocriação e direitos culturais
narrativas criadas a partir dos territórios
A mOst desenvolve projetos de artes visuais participativas, documentário e criação coletiva com moradores de territórios populares e periferias, a partir dos direitos culturais. Com fotografia, vídeo, som, escrita e cartografia sensível, as pessoas participam da produção, da edição e da circulação das suas próprias narrativas, da laje dos Malassis às encostas da Comuna 8.
super 8 · medellín · les malassis · la nouede junho a agosto de 2026
o hall da exposição
12 salas, 12 exposições: as imagens em grande formato, as palavras de moradoras e moradores, os filmes.



cinemacinco filmes completos, com som, legendados em quatro idiomas · entrar na sala →seis formatos,
um mesmo método
Seis formatos estruturam os nossos projetos. Eles se combinam conforme as necessidades de cada território: um documentário pode nascer de um Point de vue, uma residência pode alimentar um arquivo vivo.
point de vue
A oficina de investigação mais completa: olhar o próprio bairro, produzir um material original, construir uma narrativa coletiva.
formato8 projetosdocumentário em vídeo
Um filme compartilhado, assinado em coautoria por quem participa, da escolha do tema à montagem.
formato8 projetosolhares cruzados
Dois territórios populares em correspondência, por meio de imagens, sons e narrativas.
formato12 projetosresidência artística popular
A pesquisa de um ou uma artista em diálogo com os saberes e as práticas de moradoras e moradores.
formato4 projetosquartier du turfu
Imaginar coletivamente o futuro de um espaço: necessidades, medos, desejos e propostas de quem mora ali.
formato12 projetosarquivos vivos
Documentar as memórias e as transformações a partir de dentro, para que elas fiquem.
criar juntos, renovar as formas
Nas residências artísticas populares, o encontro não vem depois da criação. Ele pode deslocar os seus gestos, os seus materiais e as suas formas. Trabalhamos esse espaço com os artistas e os moradores.
a caixa de ferramentas
Fotografia, som, vídeo, escrita, cartografia sensível, artes plásticas: ferramentas compartilhadas sem pré-requisitos, nunca simplificadas demais.
- cartografia sensíveldesenhar o território tal como é vivido
- fotografiaaprender a olhar, escolher e tomar posição
- somescutar as vozes, os lugares e as memórias
- vídeocontar com a imagem em movimento
- escritadar às produções um contexto, uma voz e um destinatário
- artes plásticasdesenhar, recompor e tornar visível o que ainda não existe
as periferias não são margens culturais, são lugares de criação, de memória e de invenção
apoiar,
financiar, cooperar
Financiadores públicos, fundações, empresas privadas, empresas de habitação social, museus e espaços culturais: cada projeto se apoia numa aliança. Veja como construí-la com a gente.
financiadores públicos
Estado, regiões, departamentos, municípios, órgãos públicos: projetos que colocam em prática os direitos culturais, junto com as organizações locais.
saiba mais →fundações, empresas, mecenas
Apoiar um programa ou um território ao longo do tempo, doar equipamentos ou oferecer competências.
saiba mais →empresas de habitação social
Morar também é contar: memória dos conjuntos habitacionais, processos participativos, convivência e devolutivas nos seus espaços.
saiba mais →museus, centros culturais, bibliotecas
Coproduzir uma residência, receber uma exposição, guardar um arquivo vivo.
saiba mais →








